Apresento para vocês fãs da Nossa Rainha, uma entrevista com João Elísio Fonseca, biografo de Dalva de Oliveira - Escritor do livro: "A Estrela Dalva".Com a minissérie, muitas pessoas conheceram Dalva e querem saber mais sobre sua vida. Indico esse livro, para conhecerem detalhes da Vida da Rainha da Voz! Como ele foi editado há muito tempo atrás, encontamos ele à venda, apenas em sebos. O Site "Estante virtual" possue ele. Comprem esse livro!
Forte abraço, fique com Deus!
Paulo Henrique de Lima.
Caro Paulo, parabéns pelo blog!
ResponderExcluirAcabei de comprar, há pouco, o livro do João Elísio no site Estante Virtual.
Agora irei assistir a vídeo-entrevista que vc postou.
Tenho uma dúvida: que fim levou o Dorival?
Um grande abraço!
Henrique Kurtz
Rio - RJ
hkurtz@oi.com.br
Belíssimo blog! PARABÉNS!!!! Xeretando na net para compor matéria pro meu blog cheguei até aqui. Fabulosa dedicação, esmero e atualidade!
ResponderExcluirParabéns acho pouco, por isso divulgarei seu link na minha modesta matéria sobre a Estrela Dalva. Adorei tudo!
Forte Abraço
poxa esqueci de tye mandar meu link...kkkk
ResponderExcluirwww.eltonjrworld.blogspot.com
abraço
Curioso como aparece um bando de fans de ocasião. Só se interessam e comentam quanto o artista morre, ou quando sua vida/morte é contada em uma minissérie.
ResponderExcluirDalva foi uma grande cantora, mas tb não era santa. Aprontou muito tb Deus a tenha. Mas chega de lambe, lambe, só pq a Globo passou a minissérie.
"Caro Antonio:
ResponderExcluirPela ocasião se constroi a memória. Tens que compreender que a época é outra e as curiosidades e atrações se manifestam quando as informações cintilam aos olhos. A era do rádio foi um marco para o que chamamos hoje de comunicação e todos aqueles; jovens, ou quaretões como eu; que gostam de música se fascinam quando ao mito revela se, seja vivo ou morto. As ocasiões fazem a memória como já disse, mesmo que esta data tenha sido 2010. A intimidade de Dalva pouco importa pelo fato que o que chama os olhos e o coração, vem do talento latente e vivo que disperta, mesmo 38 anos depois. Valeu e muito ter conhecido dalva apenas agora."
abraço