13 de agosto de 2015

Canta DALVA!

“ARTISTA DUZENTOS POR CENTO, Dalva de Oliveira é criadora de alguns dos maiores sucessos da música popular brasileira. Dos tempos do Trio de Ouro até hoje ela vem apresentando algumas das músicas que mais foram cantadas em todo o território do Brasil”. FONTE: O Cruzeiro, 24 de novembro de 1956, página 93.


7 de junho de 2015

Lançamento do livro "UMA MULHER CHAMADA ELVIRA PAGÃ", escrito por Thiago de Menezes, na Academia Brasileira de Belas Artes

Capa do livro


O escritor e jornalista paulista Thiago de Menezes está lançando a 33ª obra de sua jovem carreira, o livro “Uma Mulher Chamada Elvira Pagã”, biografia de uma das mais polêmicas personalidades femininas. O livro traça a carreira dela com destaque em sua participação na MPB e no cinema nacional; mas, o autor conta, pela primeira vez, baseado nos depoimentos que colheu com a própria Elvira, seu decadente fim de vida, além de suas inúmeras paixões, escândalos, prisões e envolvimentos com a polícia.
A cantora e vedete Elvira Pagã começou sua carreira artística na década de 30 fazendo dupla com sua irmã Rosina, as Irmãs Pagãs. Nos anos 40 e 50, ficou conhecida no exterior como ‘The Original Bikini Girl’ e ‘The Brazilian Buzz Bomb’, quando arrebatava paixões enchendo boites, night-clubs e teatros onde se apresentava nua e exibia um dos corpos mais desejados do Brasil. Na vida pessoal, Elvira foi uma mulher temperamental, intensa e autêntica.


Thiago de Menezes apresentará uma palestra com o tema: “Presença feminina no Rádio Brasileiro das décadas de 1930 e 1940: Trajetória das Irmãs Pagãs, Elvira e Rosina”. Em seguida, acontecerá o lançamento de seu livro. 

Dia 11 de junho de 2015 (quinta-feira), às 16 hs.

Rua Teixeira de Freitas nº 5 – 3º andar (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB), esquina de Augusto Severo, Glória, Rio de Janeiro – RJ.



21 de maio de 2015

Dalva de Oliveira é destaque em sarau na Casa de Cultura do Butantã (São Paulo)

Com um legado de mais de 400 gravações e extensão vocal que transitava do contralto ao soprano com maestria, a cantora DALVA DE OLIVEIRA é tema de sarau na Casa de Cultura do Butantã, dia 23 de maio, às 19h.

Na oportunidade, artistas da região apresentam poemas, esquetes e músicas inspiradas na rainha da Era do Rádio brasileira, que deu voz a sucessos como Bandeira branca e Que será. Compositor de Errei sim, eternizada por Dalva de Oliveira, o sambista Ataulfo Alves também recebe homenagens.

Serviço: Sarau. Casa de Cultura do Butantã.
Dia 23/05, às 19h. Avenida Junta Mizumoto, 13 – Jardim Peri-Peri. Tel.: 3742-6218. Grátis  

FONTE: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/butanta/noticias/?p=57417

15 de dezembro de 2014

31 de outubro de 2014

Morre aos 80 anos Nacib Amum Farah, ex-presidente do Fã Clube Nacional Dalva de Oliveira



Com enorme pesar, comunico aos fãs da Dalva de Oliveira e aos amantes da MPB que, faleceu ontem (30-10), em Nova Iguaço-RJ, o Sr. Nacib Amum Farah (80), ardorosa admirador de Dalva, seu amigo fiel e ex-presidente do seu fã Clube Nacional. Em 2013, em sua última entrevista, publicada pelo jornal “Nova Iguaçu”, ele concluiu a matéria dizendo: “Dalva era a maior cantora do Brasil, mas também muito humilde”. Embora ele tenha nos deixado, hoje não é um dia de triste, afinal, Nacib reencontrou a ESTRELA DALVA, seu grande amor. Muito obrigado, Farah. Você será para sempre um eterno DALVISTA! 

30 de setembro de 2014

DICAS DE LEITURA: “Banho de Lua - Tony e Celly Campello” (Trajetória do Rock’n roll no Brasil – Período 1955 / 1965)


Capa da obra
Dia 20 de setembro, foi lançado, em rede nacional, o novo livro do escritor paulista e jornalista Thiago de Menezes: 
“Banho de Lua - Tony e Celly Campello” (Trajetória do Rock’n roll no Brasil – Período 1955 / 1965).

Resumo da obra: "Em março de 1958 foi lançado o disco gravado por aquela que seria, junto com seu irmão Tony Campello, os primeiros e dos maiores ícones da música jovem brasileira: Celly Campello! Em 1961, ela e Sérgio Murilo, juntamente, recebem o título de ‘Rei e Rainha do Rock’, pela primeira revista de rock feita no Brasil: a Revista do Rock. Celly foi considerada a ‘Rainha do Rock’ e Tony era o primeiro grande representante da primeira geração do rock no Brasil. Mas foi de fato com “Estúpido Cupido”, versão em português escrita por Fred Jorge para o grande hit americano, "Stupid Cupid" de Neil Sedaka e Howard Greenfield, que o nome de Celly Campello passaria a ser conhecido. Ela estourou nas paradas de sucesso do Brasil em 1959 com 120 mil cópias vendidas do disco. Depois veio o sucesso “Banho de Lua”, até que ela abandona a carreira artística pelo casamento”
Pedidos de livros pelo E-mail: thiagorfmenezes@yahoo.com.br